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Tuberculose: causas, sintomas, tratamento e diagnóstico

Hoje é o Dia Mundial de Combate à Tuberculose, quando aproveitamos para lembrar que a tuberculose é uma doença infeciosa altamente contagiosa que afeta na maioria dos casos os pulmões, mas também pode afetar as meninges, os rins, os ossos entre outras partes do organismo. Veja quantas classificações da doença existem:

Tuberculose Cerebral;
Tuberculose Renal;
Tuberculose Ganglionar (afeta os linfonodos);
Tuberculose Óssea;
Tuberculose Cutânea;
Tuberculose Pleural (na película que reveste os pulmões).

O QUE É A TUBERCULOSE?

A tuberculose é uma doença infecto contagiosa transmitida por meio da bactéria Mycobacterium Tuberculosis ou Bacilo de Koch (BK). A tuberculose é considerada pela Secretaria da Saúde uma doença extremamente contagiosa, pois na maioria dos casos, é transmitida pelas vias aéreas por meio da inalação de partículas contaminadas através da tosse, fala ou espirro do paciente com a doença.

O Ministério da Saúde afirma que a tuberculose é uma séria questão de saúde pública no Brasil, oriunda de diversos problemas sociais. Segundo o Portal da Saúde há notificação de 70 mil casos de tuberculose a cada ano e ocorrem 4,6 mil mortes por conta da doença. Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil está em 17º lugar entre um ranking de 22 países responsáveis por 80% de todos os casos de tuberculose pelo mundo.

O mesmo estudo apontou queda de 38,7% na incidência de tuberculose e 33,6% no índice de mortalidade. Após várias campanhas e esforços para lutar contra a tuberculose, a cada ano o Ministério da Saúde observa queda na ocorrência da doença que no futuro poderá ser controlada, deixando de ser um caso de saúde pública. O Ministério da Saúde considera a tuberculose uma doença derivada de diversas condições sociais. É claro que o sistema imunológico comprometido pode propiciar o contágio, porém, na maioria dos casos, a tuberculose é proveniente de falta de saneamento básico, água potável, higiene pessoal, vacinas, entre outros fatores relacionados à condição de vida das pessoas. A tabela a seguir demonstra o risco de contágio por tuberculose em determinadas populações, comparadas à população padrão.

Populações vulneráveis x risco de adoecimento por tuberculose:

Indígenas: 3 x maior
Em sistema carcerário: 28 x maior
Portadores de HIV/Aids: 28 x maior
Moradores de rua: 28 x maior

SINTOMAS DA TUBERCULOSE PULMONAR

Os sintomas iniciais da tuberculose podem ser brandos no início e por isso confundidos com os sintomas da gripe e outras doenças menos graves. Desse modo, a maioria dos indivíduos afetados acaba procurando ajuda tardiamente, agravando o quadro e tornando o tratamento mais difícil. Os principais sintomas da tuberculose são os seguintes:

Tosse (um dos sintomas mais característicos que pode ser leve no início, no entanto pode progredir para uma tosse seca, intensa e até com sangue);
Perda de apetite;
Emagrecimento constante, na fase inicial leve que ao avançar da doença pode se tornar grave, causando debilidade crítica;
Febre normalmente no fim do dia;
Mal-estar generalizado, com fadiga e fraqueza, também comum no fim do dia;
Sudorese noturna.

Ao perceber tosse constante por mais de duas semanas, sem melhora, juntamente a alguns dos sintomas acima, o indivíduo deve procurar imediatamente o auxílio médico.

SINTOMAS DA TUBERCULOSE EXTRAPULMONAR

Alguns sintomas da tuberculose pulmonar como sudorese noturna, falta de apetite, febre no fim da tarde e cansaço excessivo são os mesmo da tuberculose extrapulmonar. O restante dos sintomas depende do órgão afetado.
O paciente com tuberculose cerebral pode sofrer com convulsões sérias, paralisia em alguma parte do corpo e até mesmo entrar em coma. Ao passo que o paciente com tuberculose renal pode ser acometido com dores na lombar e sangue ao urinar. Portanto, ao primeiro sinal dos sintomas comuns, procure um médico para realizar o diagnóstico adequado.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

O diagnóstico da tuberculose é feito de acordo com os sintomas relatados ao médico e confirmados por exames de cultura do escarro, raios-X do tórax e baciloscopia. Se a tuberculose atingir outros órgãos (tuberculose extrapulmonar), o médico pode requerer uma biópsia especifica da região afetada.

A tuberculose tem cura e o tratamento é distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. Em geral, o tratamento de tuberculose dura no mínimo seis meses e deve ser seguido à risca de acordo com a orientação médica. Na maioria dos casos, o paciente é tratado com antibióticos (Rifampicin, Isoniazida e Pirazinamida) para combater o bacilo de Koch. Esses medicamentos serão devidamente prescritos pelo médico e devem ser tomados no horário determinado. A interrupção do tratamento por conta própria, pode levar ao fortalecimento do bacilo de Koch, havendo risco de morte. Por isso, é necessário seguir todas as recomendações, que são:

Fazer o tratamento completo;
Não consumir bebidas alcoólicas;
Evitar o tabagismo.

É preciso também informar ao médico sobre outros medicamentos utilizados pelo paciente, a fim de prever possíveis interações medicamentosas. As gestantes com tuberculose podem fazer o mesmo tratamento, com devido acompanhamento médico e tomando todas as precauções necessárias. Somente o médico pode confirmar a cura da doença, e o paciente deve obedecer ao tempo de tratamento indicado para evitar o fortalecimento do bacilo de Koch e o agravamento do quadro.

PREVENÇÃO

A principal forma de prevenção contra a tuberculose é a vacina BCG, que dever ser aplicada na criança, no primeiro mês de vida. A vacina é eficaz em diminuir a chance de desenvolver estágios graves da doença, por exemplo, meningite tuberculosa, e previne contra as outras formas da doença, mas não previne contra tuberculose pulmonar. Mesmo com a aplicação da vacina no período correto, o indivíduo pode contrair a doença, caso seu sistema imunológico esteja comprometido. Sendo assim, a melhor forma de prevenção continua sendo descobrir a doença em seu estágio inicial e realizar o tratamento adequado.

Com os esforços para que a maioria da população tenha saneamento básico e acesso a condições dignas de higiene a tuberculose pode ser controlada no futuro, juntamente com a vacina BCG. É importante prestar atenção nas crianças que apresentem os sintomas, mesmo que tenham tomado a vacina quando bebês.

Fonte: Portal Nursing

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Anjos do Lar comemora 2016 e trabalha para cuidar melhor das pessoas em 2017

 

Depois de um ano enfrentando uma série de dificuldades para atender a dona Esther Maria de Miranda Santos, que está acamada com 84 anos, a família descobriu uma forma de ter segurança, tranquilidade e evolução. Nos últimos dois meses, a Anjos do Lar assumiu os cuidados da paciente com o serviço de Internação Domiciliar. De acordo com Bernadete Maria Santos, filha de dona Esther, o Home Care foi a solução perfeita para o caso.

“Minha mãe está recebendo atendimento profissional, com técnicas adequadas, equipe acolhedora e o resultado apareceu muito rápido”, resume Bernadete, animada por ver a mãe sentando e comendo sem ajuda da sonda.

Casos como este fazem com que a Anjos do Lar redobre os esforços para levar ainda mais conforto e segurança a quem precisa. E este foi o objetivo da empresa em 2016: conscientizar as pessoas dos benefícios da desospitalização e fortalecer os pilares da empresa para tornar o atendimento cada vez mais profissional e completo.

Dentro desta perspectiva, a empresa investiu alto em gestão. Contratou uma empresa de consultoria empresarial especializada, renovou todo o sistema de informática – adotando um modelo próprio para Home Care –, intensificou as ações de comunicação e marketing para atingir mais pessoas e deu início a uma acreditação que certifica a qualidade dos serviços de saúde no Brasil. Trata-se de um longo trabalho que padroniza todos os processos da empresa conforme estabelecido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), entidade não governamental com foco na segurança do paciente.

E os avanços não param por aí. A empresa cresceu em 2016, tanto em equipe, serviços como faturamento. De acordo com a diretora administrativa Daniele Iung, a Anjos do Lar cresceu 10% este ano, índice que foi além da expectativa para um ano de crise econômica.

No que diz respeito a colaboradores, a Anjos do Lar fecha o ano com três enfermeiros, dois estagiários de enfermagem, um técnico de enfermagem e um enfermeiro júnior. A equipe multidisciplinar também aumentou, com a aquisição de mais um fisioterapeuta.

Além de manter os atendimentos de Internação Domiciliar, Acompanhamento Hospitalar, Procedimentos e Gerenciamento de Enfermagem, a empresa passou a atender também com remoção de pacientes (ambulância).

Toda essa gama de soluções chamou a atenção de um grande parceiro do Home Care, os planos de saúde. De acordo com a diretora e enfermeira responsável pela empresa, Thieli Iung Sosa, as parcerias com planos de saúde também cresceram em 2016, uma vez que eles viram o Home Care como um excelente custo-benefício para o paciente.

E por falar em parceiros, 2016 foi o ano de avançar nas ações sociais também, com parcerias firmadas com o Sesc de Itajaí e Grupo Amor ao Próximo (ONG).

Segundo Thieli, 2016 foi o momento de preparar a empresa para os avanços que virão em 2017, quando o atendimento oferecido nestes últimos 5 anos vai ter ainda mais valor agregado, com muita inovação e espaço para capacitação.

Enquanto 2017 não chega, a Anjos do lar agradece pelas conquistas de 2016 e pelo apoio de clientes, amigos e parceiros, desejando a todos um Natal maravilhoso, repleto de saúde e paz.

Boas Festas!

Equipe da Anjos do Lar